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terça-feira, 15 de maio de 2012

Um belo dia, na escola indígena...

Na escola indígena, a professora estava virada para o quadro passando a lição.
De repente, ela ouve uma voz gritando: "Esta terra tem dono!".
A professora se virou e perguntou quem havia gritado aquilo. Ninguém se manifestou.

- Quem gritou aquilo?
Nada.

- Se ninguém apontar o autor dessa frase todo mundo fica sem recreio!

Eis que o Sepé Tiaraju levantou-se e acusou:
- Foi o cacique Guairacá, professora.

O cacique Guairacá, indignado com tamanha acusação, levantou-se e disse:
- Não, profe. Não fui eu! Foi o Sepé Tiaraju!

E todos foram para o recreio.

Até hoje, ninguém sabe qual dos dois gritou essa frase. Mas pouco importa, afinal de contas essa frase tem uma força histórica incrível.



(essa piada me surgiu por conta de uma grande dúvida: quem gritou "Esta terra tem dono"? O cacique Guairacá ou Sepé Tiaraju? Talvez os dois... talvez nenhum... vai saber)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Nem que seja (Débora)


Nem que seja pra passar só um final de semana com você
Nem que seja só pra pegar na sua mão
Nem que seja só pra olhar em seus olhos
Nem que seja para não ter sexo
Nem que seja para não beijar seus lábios

mas que, pelo menos, seja para ouvir a sua voz.


(Agora dê o play abaixo, feche os olhos e contemple uma bela canção)

sexta-feira, 23 de março de 2012

A forma mais rápida de enviar uma mensagem


Quatro pessoas de diferentes anos precisavam enviar uma mensagem, então se reuniram para discutir a forma mais rápida.

O fidalgo do ano 1200 disse:
- Temos os melhores cavalos, os mais rápidos. A mensagem chegará em 5 ou 6 dias.

Samuel Morse, de 1842, interrompeu o fidalgo e disse:
- Com o telégrafo, a mensagem chega em um dia.

O rapaz de 2012 estufou o peito e disse:
- Muito devagar! Com a internet eu mando a mensagem na hora. E recebo a resposta mais rápido do que pensam...

O rapaz de 2083 disse, rindo:
- Vocês ainda usam internet?

Que povinho atrasado, hein...

quarta-feira, 21 de março de 2012

terça-feira, 13 de março de 2012

A (des)parábola do filho pródigo

Ontem eu fui num prostíbulo
fiz amor até a aurora
Mas a moça não queria
que eu fosse mais embora

Mas eu tinha que ir embora
pois minha mãe me ligava
tocava o meu Nokia
estava tão desesperada.

Só depois que eu saí
Da casa da luz vermelha
Foi então que eu percebi
“Que nada a ver. Nem tem luz vermelha naquela casa da luz vermelha”

Aí eu liguei pra mãe
pra saber o que ela queria
Ela falou o que queria
e atrás meu pai só ria

Atrás o meu pai só ria
sua barriga doía
Atrás o meu pai só ria
do Paulinho Mixaria.

Minha mãe então chorou
um problema que era lógico
Eu ouvi bastante atento
como um filho que sou pródigo

Mãe, tô indo!
Não era pra abrir uma lata
Nem conta de fim de mês
Não era pra matar barata
Nem mais uma gravidez.

Não era pra eu ir rezar
Não era o meu boletim
Não era pra eu ensinar
Todos os golpes do Dhalsim

Quando eu cheguei em casa
Fui logo falar com a mãe
O que eu disse a animou
E pra mim preparou um nescau com pãe

“Mãe querida, minha linda
Em Canoinhas semo em sete
E só eu foi o que prestou
pra te ensinar a ligar o videocassete”.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Homenagem às mulheres

E para comemorar esse dia tão lindo, a Pepino Circense Produções Artísticas e Marmelada tem o prazer de apresentar a incrível coletânea Nome de Mulher.


São 30 músicas com o tema "mulher", em que cada faixa é uma homenagem a uma mulher.
Tem a Amanda, a Eva, a Janaína, a Maria, a Soraia, a Cristina, enfim, é mulher até dizer chega.

Clique aqui e baixe a coletânea (100Mb). Ouça sem moderação.