segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Grandes mistérios da humanidade

Como será que eles chamam na Rússia uma montanha russa? Será que é "Montanha da gente"?

sábado, 5 de dezembro de 2009

A pergunta que não quer calar sobre o natal

- O que é isso? Açúcar? - pergunta o fiscal do concurso apontando para o branco da árvore de natal.

- Não. É isopor.
- Eu sei que é isopor. Mas significa açúcar?
- Não, simboliza a neve, né!
- Neve? Mas o natal não é em dezembro?
- É sim, e daí?
- E daí que, pelo que eu ainda me lembro, em dezembro faz verão. E se ainda não mudaram, no verão faz calor. E no calor não neva. E, se no calor não neva, o senhor está completamente equivocado ao colocar esse isopor simbolizando a neve. Tenho até medo de ver o presépio que o senhor deve ter mandado fazer. Será que tem uma nave espacial? Uma sala de parto no lugar da manjedoura?
- Mas é que...
- Mas é que nada! O senhor está desclassificado do concurso de melhor enfeite de natal. Burro!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Testemunhas

[Bate palmas]
- Quem é?
- Você tem um tempo para ouvir a palavra do Senhor?
- Claro! Pode entrar!
- Com licença...
- Boa tarde, estamos aqui para anunciar a palavra do Senhor.
- Pois não, pode falar.
- O Senhor tem um grande plano.
- Eu?
- O quê?
- Você disse que eu tenho um grande plano?
- Não. O nosso Senhor! Lá em cima!
- Ah tá. E qual é a Sua palavra?
- A minha palavra?
- Não! A palavra do Senhor. Lá em cima!
- Ele tem um grande plano pra você!
- Mas eu pensei que você tinha dito que iria anunciar a palavra do Senhor...
- Sim, estou aqui para isso.
- Mas até agora você já me disse mais de 20 palavras. Qual delas é a palavra do Senhor?
- Como assim?
- Veja: só na frase "Ele tem um grande plano pra você!", já são sete palavras, e eu deixei você entrar porque você disse que iria anunciar a palavra do Senhor. "A", e não "as".
- Moço, não estou entendendo.
- Então façamos o seguinte: eu compro essa revista que você vai querer me vender e você me compra esse livro que eu escrevi.
- E sobre o que ele fala?
- Sobre a diferença entre plural e singular.
- Fechado.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Pra não dizer que não falei de bunda

Cada bunda tem duas bandas

Cada banda de axé tem duas bundas

Como eu não consegui achar uma rima para terminar esse poema
eu sou um bundão.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Como ser Roland Emmerich

Para homenagear este gênio (?) do cinema internacional, resolvi escrever um dossiê especial, onde você vai aprender de tudo um pouco sobre como ser Roland Emmerich.

Primeiro, vamos falar um pouco sobre essa pessoa: Roland Emmerich, alemão de cabelos brancos.
Pronto! Isso é tudo o que você precisa saber.

Oi

Seguindo uma velha fórmula baseada em seu próprio TCC, "O princípio da Arca de Noé" (que ele apresentou em forma de filme, para obter a graduação da Escola de Cinema de Munique), Roland é um dos poucos cineastas que conseguem arrecadar muitos dinheiros com seus filmes.

A Pepino Circense Produções Artísticas e Marmelada teve acesso exclusivo ao seu TCC, e vai divulgar aqui, em primeira mão, os princípios seguidos pela sua cartilha. Vamos lá!

Como introdução, para dar seguimento ao processo, vamos pegar como exemplo seus três filmes de maior sucesso: Independence Day, O Dia Depois de Amanhã e 2012 (que eu acabei de assistir).

O primeiro passo é escrever um roteiro cujo mote principal é uma catástrofe de caráter mundial, lembrando sempre que a tal catástrofe deve começar em algum lugar dos Estados Unidos, só depois ela deve se alastrar pelo mundo.

Independence Day: Um grupo de alienígenas mal-humorados invadem a Terra destruindo tudo o que veem pela frente.
O Dia Depois de Amanhã: O aquecimento global faz com que as calotas polares se derretam destruindo tudo o que veem pela frente.
2012: Baseado na profecia do calendário Maia, o mundo vai acabar em 2012, com erupções, terremotos e tsunamis destruindo tudo o que veem pela frente.

Mas eu não tenho calendário...

Em segundo lugar, a gente apresenta os personagens principais da película, que geralmente é o mocinho e salvador de todos. Sem esquecer que há de ter uma relação entre pai e filho, seja ela tempestuosa ou não. Outra coisa, o mocinho não pode ser estilo super-herói, tem que ser um cara normal, que leva uma vida normal. Pode ser, no máximo, um cientista. E só. E é ele quem vai salvar o mundo.

Independence Day: David Levinson trabalha numa empresa de TV a cabo de Nova Iorque. É ele quem descobre o plano dos extraterrestres de invadir o planeta. Tem uma relação estranha com seu pai. Nota mental: tem entrada fácil na Casa Branca.

Eu já fui a mosca, já fugi de dinossauros e agora salvei o mundo. Bom para o meu currículo.

O Dia Depois de Amanhã: Jack Hall é um climatologista (ou homem do tempo), e é ele quem descobre o tal derretimento das calotas polares. Tem uma relação bonitinha com seu filho. Nota mental: também tem entrada fácil na Casa Branca.


2012: Jackson Curtis é um escritor que não salva o mundo no fim do filme. Ele corre um monte para salvar a sua família, o que fica em pé de igualdade com os dois aqui em cima, pois ele salva sua família em uma limusine. Bem chique! Nota mental: o presidente dos Estados Unidos leu seu livro.

Será que chove?

Pronto, apresentados os personagens, devemos dar seguimento ao roteiro. É a parte mais simples de todo o processo, basta colocar mil imagens dentro de uma estação sei-lá-o-que e depois cortar para um monte de gente andando pra lá e pra cá dentro da Casa Branca tentando falar com o presidente. Por falar nisso, não podemos deixar o presidente dos Estados Unidos de fora de um filme do Roland Emmerich. E aquele discurso emocionado também não. Lembre-se: o discurso do presidente é ótimo, aproveite o escurinho do cinema e tire um cochilo.

Independence Day: Thomas J. Whitmore, encarnado por Bill Pulman. Ex-piloto de caça, é um super-herói em pessoa. Claro, assim como foi com todos os presidentes dos EUA, ele coloca sua farda e vai pra guerra realmente, não é mesmo, sr. George Bush?

O Dia Depois de Amanhã:
Não me lembro da sua importância neste filme, só sei que o seu discurso está lá.

2012
: É interessante como os presidentes nunca foram caracterizados negros nos filmes, e aqui podemos ver que a euforia Obamística continua, com Danny Glover no papel do "homem". Só que ele morre no final, mas o seu discurso está lá.

Agora, a gente coloca no roteiro uma pitada de "Não vai dar certo", com um personagem que vive dentro da Casa Branca, mas que acha que o plano não vai dar certo. Tem um personagem assim nos três filmes.

Também não podemos esquecer dos bufões, que são os responsáveis pela parte cômica do filme, como aquele cara que jura que foi abduzido em Independence Day e o Woody Harrelson, como um hippie malucão em 2012. O engraçadão do O Dia Depois de Amanhã eu não me lembro quem é, mas quem se importa?

Ah, quer saber? Já me cansei de escrever sobre isso.
Eu aqui tentando tirar algo de bom do roteiro desses filmes, quando na verdade o que move a economia dos cinemas é o fato deles estarem recheados de efeitos especiais. Roteiro pra quê?
Assistir a um filme do Roland Emmerich é igual assistir a uma novela do Manoel Carlos, é tudo a mesma coisa! Vai ver o Maneco leu o TCC do Roland, vai saber...

Ah, como diz o Chaves: Prefiro ir ver o filme do Pelé.

OBS: Neste dossiê não foi citado a bomba 10.000 A.C., também do Roland Emmerich, porque é uma cópia descarada do Apocalypto, do Mel Gibson.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Pedro, devolve o chip logo!

Ideia: Finito Carneiro
Arte: Otavio Perrot

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Cléuzio e Ademir em: "Uma sexta-feira muito louca"

E agora? O que vai acontecer na próxima cena? O que Ademir vai falar para seu amigo Cléuzio?

Ajudem-me a solucionar esse mistério...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Rapidinhas

Um microconto:
- Eu te amo! - disse Roberval, ao fazer a declaração para o Imposto de Renda.

Um pensamento:
"Tudo passa, até a uva passa. Mas a burra da empregada não consegue passar minhas camisas sem queimar."

Um ensinamento:
Política de privacidade: "Feche a porta antes de fazer cocô".

Um diálogo excluído de um filme:
- Seu marido é grande mas não é dois... eu acho. - disse ele à D. Flor.

Uma piadinha bolada no trabalho:
- Eu adoro pastel de Franca.
- É? E o que tem de tão especial no pastel de lá?
- Não sei, só sei que adoro.
- E que sabor prefere?
- Franca.
- Franca?
- Francatupiry.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Gabriel e o sem-teto

Gabriel sai do restaurante e é abordado por um sem-teto:
- Doutor, desculpe estar atrapalhando o senhor, mas é que...
- Não sou doutor.
- O quê?
- Eu não sou doutor. - respondeu Gabriel, caminhando.

O sem-teto apenas parou e acompanhou Gabriel com a cabeça. Gabriel parou e retornou:
- Você me chamou de doutor.
- E daí?
- E daí que eu não fiz doutorado, logo, não posso ser chamado de doutor.
- Mas achei que o senhor, com esse terno todo engomadinho, fosse um advogado.
- Pior ainda.

O sem-teto continuou sem saber o que falar.
- Eu sou jornalista. - explicou Gabriel, que continuou a caminhar. O sem-teto foi atrás dele.
- Repórter, desculpe estar atrapalhando o senhor, mas é que...
- Não sou repórter.
- Você acabou de me dizer que é jornalista!
- Sim, eu realmente me lembro de ter dito isso. E receio que nem todo jornalista seja repórter.
- ?
- O William Bonner é jornalista, mas não é repórter. Entendeu?
- É?
- O Brad Pitt é formado em jornalismo, e nem por isso ele é um repórter. Na verdade acho que ele nunca exerceu essa profissão.
- Mas então como eu te chamo?
- Gabriel. Ia ter sido muito mais fácil se apenas me chamasse por Gabriel.
- Mas como eu ia saber que seu nome é esse?
- Ué, o que te custa chegar e perguntar?
- Não sei o que me custa. Mesmo se me custar algo, eu não tenho dinheiro para pagar apenas para saber o seu nome.
- Pega aqui esses dez reais, então.
- Obrigado.
- Agora sabe o que te custa perguntar pelo meu nome?
- Não.
- Dez reais.
- E qual é seu nome?
- Gabriel.

Gabriel pega os dez reais da mão do sem-teto, entra no carro e vai embora.
- Filho da puta. - gritou o sem-teto. - É por isso que o teu diploma não vale mais nada!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

As meninas e seus métodos anticoncepcionais

Duas meninas acabaram de se conhecer, num ônibus:
- Amiga, o que você gosta de fazer?
- Ah, eu adoro curtir heavy metal...
- E você tá namorando?
- Eu tou e você?
- Eu também. Sabe, amiga, meu namorado não quer que eu pare de usar pílula, mas eu quero começar a usar o Dio.
- Ah, eu não gosto do Dio. - disse a metaleira. - Prefiro o Ozzy.